{"id":672,"date":"2016-06-28T00:02:33","date_gmt":"2016-06-28T03:02:33","guid":{"rendered":"https:\/\/camtra.org.br\/?p=672"},"modified":"2016-06-28T00:02:33","modified_gmt":"2016-06-28T03:02:33","slug":"entrevista-com-a-cordelista-e-escritora-jarid-arraes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/novo2023.camtra.org.br\/index.php\/2016\/06\/28\/entrevista-com-a-cordelista-e-escritora-jarid-arraes\/","title":{"rendered":"Entrevista com a cordelista e escritora Jarid Arraes"},"content":{"rendered":"<div id=\"fb-root\"><\/div>\n<p>Na semana do dia 21 de mar\u00e7o &#8211; Dia Internacional de Luta pela Elimina\u00e7\u00e3o da Discrimina\u00e7\u00e3o Racial -, a CAMTRA entrevista Jarid\u00a0Arraes, mulher negra, escritora e cordelista. Jarid,\u00a0ao abordar quest\u00f5es raciais e de g\u00eanero em seus cord\u00e9is e livros, <!--more-->escreve hist\u00f3rias que enfrentam o racismo e o machismo<\/p>\n<p><strong>Quando e por que voc\u00ea decidiu escrever cord\u00e9is que falam sobre quest\u00f5es raciais e de g\u00eanero?<\/strong><\/p>\n<p>R.: Decidi escrever cord\u00e9is abordando quest\u00f5es raciais e de g\u00eanero porque sempre percebi a aus\u00eancia de mulheres e de pessoas negras como protagonistas nos cord\u00e9is e na literatura em geral, principalmente sob um aspecto n\u00e3o debochoso, n\u00e3o preconceituoso. Quis criar hist\u00f3rias que teriam feito muita diferen\u00e7a na minha vida enquanto eu crescia e me interessava por literatura e por cordel, sobretudo pensando no potencial educativo e transformador que o cordel tem, por ser muito acess\u00edvel, muito l\u00fadico. E acho que, na verdade, nem sequer preciso de muitas justificativas; cada vez mais, fica claro para mim que a pergunta \u00e9: por que n\u00e3o? Por que n\u00e3o poderia escrever um cordel que falasse sobre o contexto de uma personagem que enfrenta a viol\u00eancia dom\u00e9stica ou de uma garotinha que descobre que seu cabelo crespo \u00e9 m\u00e1gico?<\/p>\n<p><strong>E seu livro, as Lendas de Dandara, de onde surgiu a ideia para a sua cria\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p>R.: Decidi escrever um livro com lendas sobre Dandara dos Palmares, contando epis\u00f3dios de sua vida desde a inf\u00e2ncia, porque n\u00e3o temos essas informa\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis. Muitas mulheres negras que fizeram hist\u00f3ria no Brasil e no mundo ainda est\u00e3o escondidas, porque n\u00e3o ouvimos falar sobre elas nas escolas e nem na m\u00eddia. Isso j\u00e1 me incomodava, porque s\u00f3 ouvir falar de Dandara quando adulta, mas o empurr\u00e3o definitivo foi quando publiquei um texto na Revista F\u00f3rum falando sobre Dandara no contexto do Dia da Consci\u00eancia Negra; recebi muitos coment\u00e1rios agressivos e v\u00e1rias pessoas diziam que ela n\u00e3o era nada mais do que uma lenda. Mas se ela \u00e9 uma lenda, por que n\u00e3o t\u00ednhamos as suas lendas? Agora temos. Fui l\u00e1 e escrevi, criei a hist\u00f3ria dela desde o seu nascimento, imaginando como essa guerreira poderia ser, a import\u00e2ncia do seu simbolismo e por que seu nome sobreviveu at\u00e9 hoje, mesmo com a falta de registros hist\u00f3ricos, mesmo jamais sendo citada na escola ou sequer no entretenimento.<\/p>\n<p><strong>Voc\u00ea acredita que os recortes de ra\u00e7a e g\u00eanero influenciam no modo como a hist\u00f3ria do nosso pa\u00eds foi e \u00e9 escrita? E de que maneira isso pode se relacionar com a nossa constru\u00e7\u00e3o de identidade racial?<\/strong><\/p>\n<p>R.: Nossa hist\u00f3ria \u00e9 contada sob o ponto de vista das\/os europeias\/us, de quem veio colonizar e de quem se estabeleceu como um ser humano livre; ent\u00e3o nossa hist\u00f3ria ainda \u00e9 contada sob a perspectiva branca. Aprendemos todos os casos amorosos do imperador, mas n\u00e3o aprendemos nada sobre as pessoas que foram sequestradas de seus pa\u00edses e foram escravizadas por s\u00e9culos aqui no Brasil. Pior, nem sequer aprendemos que essa hist\u00f3ria \u00e9 recente, que tem pouco mais de cem anos de dist\u00e2ncia e que ainda enfrentamos muitas consequ\u00eancias desse regime escravista. O fato de tantas gera\u00e7\u00f5es terem crescido sem conhecer a \u00c1frica, seus pa\u00edses, culturas, religi\u00f5es, etc., nos mostra que ainda vivemos debaixo de uma ideia racista de que s\u00f3 os brancos produziram grandes coisas e contribu\u00edram para a hist\u00f3ria da humanidade. Vivemos acreditando e espalhando mentiras tamb\u00e9m; lembro muito claramente que aprendi que as negras e os negros n\u00e3o lutavam contra a escravid\u00e3o, que as \u00edndias e os \u00edndios n\u00e3o se deixavam escravizar e por isso muitos morreram, enquanto as negras e os negros simplesmente se conformavam. S\u00f3 adulta fui descobrir que isso n\u00e3o \u00e9 verdade, pois existiram revoltas, quilombos e l\u00edderes fortes que lutavam pelos seus e contra a escravid\u00e3o. E isso influencia nossa cultura e o imagin\u00e1rio social de maneira nociva, perpetua o racismo e ideias racistas que muitas vezes est\u00e3o bastante disfar\u00e7adas, pois n\u00e3o aprendemos a questionar esse racismo para elimin\u00e1-lo do nosso meio. Se os negros nunca fizeram nada grandioso &#8211; segundo a omiss\u00e3o das escolas e da m\u00eddia -, se nunca lutaram contra a tirania, se nunca descobriram nada, nem inventaram nada, se n\u00e3o possuem culturas ricas e bonitas, se n\u00e3o possuem mitologias complexas, \u00e9 l\u00f3gico que as pessoas v\u00e3o olhar para as negras e os negros &#8211; e para toda a \u00c1frica &#8211; com um olhar preconceituoso, como se a inferioridade fosse um fato ineg\u00e1vel. E mais: quem gostaria de ser identificado e de se identificar como negra ou negro, se em nenhum momento olhar para nossas ra\u00edzes negras com o olhar positivo e orgulhoso que olhamos para nossas ra\u00edzes italianas, portuguesas, espanholas, alem\u00e3s, japonesas, entre outras presentes no Brasil? N\u00e3o \u00e9 t\u00e3o dif\u00edcil assim perceber que isso afasta as pessoas de suas origens, faz com que elas se envergonhem e rejeitem seus tra\u00e7os f\u00edsicos negros, ou o pouco que conhecemos sobre \u00c1frica, como \u00e9 o caso das religi\u00f5es de matriz africana que sofrem muita discrimina\u00e7\u00e3o. E isso s\u00f3 se muda com conhecimento, com o ensino da hist\u00f3ria da \u00c1frica e da hist\u00f3ria afrobrasileira.<\/p>\n<p><strong>Para voc\u00ea, medidas como a \u00a0lei que prop\u00f5e o ensino de Hist\u00f3ria Afro-Brasileira e Africana no curr\u00edculo escolar brasileiro (Lei n\u00ba 10.639\/2003) s\u00e3o um modo de construirmos uma mem\u00f3ria nacional que questione a compress\u00e3o euroc\u00eantrica de nossa hist\u00f3ria?<\/strong><\/p>\n<p>R.: A lei 10.639 \u00e9 fundamental para que consigamos falar sobre \u00c1frica e sobre o legado da \u00c1frica para o mundo. A partir dessa lei, reconhecemos oficialmente a exist\u00eancia de uma grande problema: n\u00e3o conhecemos nada sobre nossas ra\u00edzes africanas e isso gera consequ\u00eancias terr\u00edveis, como o racismo. Muita gente nem sabe que o continente africano \u00e9 cheio de pa\u00edses diversos, que por l\u00e1 se lutou e ainda se luta contra ditaduras, e que essa luta \u00e9 um dos fatos que trouxe avan\u00e7os e contribui\u00e7\u00f5es para toda humanidade. Tamb\u00e9m \u00e9 importante conhecermos a hist\u00f3ria das pessoas negras aqui no Brasil, n\u00e3o de maneira superficial e quase rom\u00e2ntica, como se cont\u00e1ssemos uma fic\u00e7\u00e3o leve, mas enfrentando o que foi a escravid\u00e3o de verdade, seus impactos severos e o que gerou para toda nossa cultura. O problema \u00e9 que uma lei sozinha n\u00e3o muda tudo, j\u00e1 que ainda precisamos de sua implementa\u00e7\u00e3o; precisamos que as escolas se interessem em falar sobre tudo isso, que busquem material de qualidade, que se dedique tempo e recursos para a forma\u00e7\u00e3o das professoras e dos professores, que a literatura seja mais diversificada, enfim, falta todo o resto.<\/p>\n<p><strong>Em seu site, voc\u00ea conta sobre uma professora do ensino p\u00fablico que usou seus cord\u00e9is para uma atividade em sala de aula, seu trabalho costuma ser usado por educadoras e educadores?<\/strong><\/p>\n<p>R.: Isso \u00e9 o que me deixa mais feliz e me faz sentir muito realizada, muito recompensada. A maioria das pessoas que compra meus cord\u00e9is e meu livro \u00e9 de profissionais da educa\u00e7\u00e3o \u2013 professoras\/es, coordenadoras\/es, diretoras\/es, etc. Sempre recebo mensagens me contando que minhas obras foram utilizadas em sala de aula, tanto em aulas de hist\u00f3ria, quanto de literatura, de portugu\u00eas, de teatro. \u00c9 a\u00ed que vemos que existem pessoas se dedicando a transformar nosso pa\u00eds e construir uma realidade sem racismo e sem machismo. Tenho profunda admira\u00e7\u00e3o por esses profissionais, sou muito grata por poder fazer parte disso com o que eu escrevo.<\/p>\n<div>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.camtra.org.br\/images\/20151123095806488644i.jpg\" alt=\"20151123095806488644i.jpg\" width=\"436\" height=\"309\" \/><\/p>\n<\/div>\n<p><strong>A grande m\u00eddia \u00e9 racista e imp\u00f5e um embraquecimento em seus espa\u00e7os, onde raramente encontramos personagens negros como protagonistas de hist\u00f3rias. Para voc\u00ea, como a falta de representatividade afeta a vida das mulheres negras? Escrever cord\u00e9is como o &#8220;Quem tem crespo \u00e9 rainha&#8221; \u00e9 uma forma de enfrentamento ao racismo?<\/strong><\/p>\n<p>R.: A falta de representatividade \u00e9 um problema generalizado; est\u00e1 na m\u00eddia, na televis\u00e3o, no cinema e na literatura, mas tamb\u00e9m est\u00e1 nas escolas. N\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil compreender o quanto isso \u00e9 ruim: imagine uma crian\u00e7a que cresce escutando o tempo inteiro que suas caracter\u00edsticas f\u00edsica s\u00e3o feias e precisam ser modificadas a qualquer custo; imagina essa crian\u00e7a sofrendo deboche na escola, sem receber amparo das\/os adultas\/os, ouvindo hist\u00f3rias que nunca possuem pessoas que se parecem com ela, escutando que o lugar de pessoas que possuem a sua apar\u00eancia \u00e9 um lugar inferior, de servid\u00e3o, de humilha\u00e7\u00e3o. Imagine o que \u00e9 crescer aprendendo que seus ancestrais eram pregui\u00e7osos, que n\u00e3o faziam nada para que suas vidas melhorassem, que n\u00e3o eram considerados seres humanos com alma e em nenhum momento ouvir pessoas apresentando isso como algo reprov\u00e1vel e que precisa ser combatido ainda hoje. Imagine olhar para os desenhos animados que voc\u00ea adora e todas as crian\u00e7as e adultos terem a pele mais clara que a sua e o cabelo liso; imagine o que \u00e9 nunca ver algu\u00e9m parecido com voc\u00ea em posi\u00e7\u00e3o de destaque, de celebra\u00e7\u00e3o, de reconhecimento, de sucesso. Isso tudo tem impactos profundos e devastadores na autoestima das pessoas negras, mas os impactos n\u00e3o se limitam a psiqu\u00e9 individual ou at\u00e9 mesmo coletiva das pessoas negras, os impactos tamb\u00e9m chegam at\u00e9 as pessoas brancas e geram uma mentalidade de superioridade &#8211; essa \u00e9 uma receita muito eficiente para o racismo. Ent\u00e3o um cordel como o &#8220;Quem tem crespo \u00e9 rainha&#8221; \u00e9 uma forma de enfrentar o racismo, de tentar reparar um estrago muito grande, de contar para as crian\u00e7as e para os adultos que as caracter\u00edsticas f\u00edsicas negras n\u00e3o s\u00e3o inferiores e nem precisam ser mudadas, mas precisamos de muito mais. \u00c9 um processo lento, ainda mais em um pa\u00eds que se recusa a reconhecer e combater o racismo, mas n\u00e3o d\u00e1 pra sentar e esperar de bra\u00e7os cruzados.<\/p>\n<p><strong>E, por fim, enquanto uma escritora mulher e negra que papel voc\u00ea acredita ocupar em nossa sociedade? De que modo a sua identidade influencia seu processo criativo<\/strong>?<\/p>\n<p>R.: Acho que o fato de eu ser mulher negra e escritora me traz uma vis\u00e3o de mundo bem espec\u00edfica, ainda mais levando em considera\u00e7\u00e3o que sou do interior do Cear\u00e1. E isso pode ser muito refletido e utilizado na minha produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria, pois as personagens que crio possuem uma profundidade espec\u00edfica, porque elas v\u00e3o al\u00e9m do &#8220;mais do mesmo&#8221; que infelizmente ainda predomina na literatura. De qualquer forma, minha escrita \u00e9 muito pol\u00edtica, porque o simples fato de apresentar uma protagonista negra complexa \u00e9 ainda muito &#8220;diferente&#8221;, muito &#8220;inovador&#8221;. Estamos t\u00e3o mal, que pouco j\u00e1 \u00e9 muito. Isso deveria ser algo comum, s\u00f3 mais uma possibilidade no meio de milhares de livros com protagonistas e hist\u00f3rias diversas, mas infelizmente ainda \u00e9 um ato de afirma\u00e7\u00e3o. Pelo menos eu espero que eu possa contribuir para que essa realidade seja transformada o mais breve poss\u00edvel; desejo que minhas obras cheguem at\u00e9 pessoas que v\u00e3o se permitir transformar e que v\u00e3o transformar a vida ao seu redor. Mais do que vender 10 mil cord\u00e9is em 6 meses, \u00e9 esse o tipo de realiza\u00e7\u00e3o que cria ra\u00edzes, cresce e d\u00e1 frutos. Acredito na literatura como uma ferramenta de liberta\u00e7\u00e3o e acredito que essa minha vis\u00e3o tem tudo a ver com quem eu sou e de onde venho.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na semana do dia 21 de mar\u00e7o &#8211; Dia Internacional de Luta pela Elimina\u00e7\u00e3o da Discrimina\u00e7\u00e3o Racial -, a CAMTRA entrevista Jarid\u00a0Arraes, mulher negra, escritora e cordelista. 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